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sábado, 7 de agosto de 2010

gosto e ponto. não é só isso que me satisfaz, mas é isso que me completa de certo modo.


deste ringue eu só saio na maca.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

se ao menos eu fosse tangível, seguraria onde há carne e espírito, e não cairia de tal forma que meu corpo se perdesse da alma.

domingo, 13 de junho de 2010

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Eu só precisava encontrar um equilíbrio naquela casa que já foi palco de um filme cheio de pré e adolescentes, imune a vida, ou que se sentiam tão imune que não calculavam o peso de seus dedos sobre o ar da nova estação. Eu tinha meu equilíbrio no quarto do lado, mas eu não sabia como utilizar: se bastava abrir, ou se consumia ao máximo. Não sabia se dizia olá ou simplesmente abaixava a cabeça e entrava sobre seu-meu domínio. Eu era tão frágil naquela escuridão, que minhas forças foram atividas pelo sei la o que, e, foi dominando minha alma e meu físico, trazendo a linha de meus olhos o que eu precisava ser. Alguém que sente, mas que deixou de brincar. Nunca fui um ser forte. Não serei. Mas terei momentos de força como as noites psicodélicas do fruto da orgia noturna.

domingo, 16 de maio de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Dizem que amor, paixão, compaixão faz tão bem a alma, mas não entendo, eu sempre sinto dor. Muita dor (não leia tão alto). Talvez eu nunca amei.




mas a esperança resiste em algum lugar do meu corpo.

domingo, 18 de abril de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

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meu céu agora sorri,
e flutua.
meu corpo se reconhece,
se modifica e todos sentem tal mutação.
até eles.

só queria gritar,
mostrar e desabafar
para aqueles que tanto me amam;
mas que não sei,
não me entendem. (ou me entendem)

meu quintal está incrivelmente molhado,
dessa chuva que vale à ouro,
deste sentimento único e quilométrico.
essa água é de batismo, é minha;
essa chuva me pertence. (Nossa)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

me peguei pensando na cor de seu cabelo e no timbre de sua voz, agora tento encontrar a densidade de sua pele e o calor de seus ossos principais e de sua veia, por onde corre, acelera e pula o sangue que eu desejo só pra mim. (alegria)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

e se lembrasse ao menos do meu nome quando dorme, eu já ficaria contente

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Será que daqui você consegue me ouvir daí?

Será que seu azul também quer sair?

Será que eu me perdi e não quero mais fugir?

sábado, 6 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

e no meio de toda aquela turbulência,
aquele caos interno,
eu senti,
senti que já havia matado as esperanças,
mas esperanças ressuscitam,
elas morrem e nascem, (ou não);
e o sorriso, (ah, o mias belo que já percebi) predominou,
a alma ficou contente,
e eu já me sinto viciado
- dominado, em nirvana.

não quero parecer melódico demais,
nem bobo demais,
mas é de minha natureza,
não é açúcar, é afeto.

e se a alma pede,
não há dor que me pare.

-

vai, me absorve que hoje eu quero ser só seu, me dissolve e mexe com a colher



terça-feira, 29 de dezembro de 2009

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

19:29 - de hoje.

O meu peito estala uma felicidade que não era minha, uma felicidade que veio de fora para dentro, que bateu no meu tecido mais leve e sensível e saiu pelos meus olhos, que hoje enxergam o que não podia se enxergar em tempos primórdios. Não posso mais falar em loucura. Loucura é só uma palavra para disfarçar meus piores sentimentos, ou não.

Acordei esta manhã com um sorriso que batia na janela de meu quarto, iluminando o que eu chamo de visão cento e oitenta graus.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

mom_ento

É, é, é.. eu devo mesmo ter sido predestinado ao deboxe. Não é de hoje e nem de quando nasci, acho que é até de vidas passadas, - só o deboxe. Estranho pensar sobre, o ato de ser ridicularizar é de tanto peso que nem é real calcular a massa. É estranho explicar como me sinto, mas chegando em casa, percebi nas coisas de hoje, nas minhas atitudes e nas atitudes alheias. No que atualmente acontece e o que não acontece com meu corpo e com minha alma. Preciso beber de novas águas, preciso dos meus sábados de glória. (Pessoal demais para liberar comentários)

domingo, 11 de janeiro de 2009

setentaeoito.

por estes dias experimentei o gosto, da solidão, e olha meu amigo, vou te dizer que não é tão fácil, é deprimente, você se sente pior que qualquer coisa do mundo, seus amigos te esquecem, seus sentimentos não são correspondidos, você ama, sem ser amado, você canta canções perdidas, você se esquece da felicidade, seus amigos se divertem entre eles, e você tenta disfarçar a solidão, o sentimento de ser único, e só, de que todo o mundo não existe, que suas pernas já esqueceram como anda, e que seu sorriso virou de plástico, pronto pra entortar assim que o calor se aproximar. A solidão eu provo, de um sabor amargo, cheio de discórdia, e angústias, eu preciso tomar meu tempo com palavras, café, e trabalho.

sábado, 3 de janeiro de 2009

22:37, memoriando.

Foi como o livro que li,
e eu nunca imaginava, que a dois anos eu sentava próximo
e que poderia rever, e rir.

Foi muito bom, mas foi
como um sonho bom, onde as telenovelas acabavam bem,
onde eu ria, e tomava café, e
ouvia muita música.

No sonho eu amei,
me apaixonei,
sinceramente é um sonho que quero reptir.

Quando se fala em diversão, falava disso:
queimar minhas horas-vida,
onde o silêncio era até conforto, e
sentimento preso.

Hoje quero durmir apenas, e ver
mais um filme do Louis.